Desenvolvimento floral de Sinningia leucotricha (Hohne) Moore, Gesneriaceae (rainha-do-abismo)

Autores

  • Vera Lúcia Iuchi Estação Experimental de São Joaquim, EPAGRI.
  • Luiz Carlos Lopes Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Viçosa.

Palavras-chave:

biologia floral, dicogamia

Resumo

Flores de rainha-do-abismo, Sinni'ngi'a leucotricha (Hoehne) Moore, em vários estádios de desenvolvimento, foram utilizadas para medição, descrição e documentação fotográfica, com o objetivo de estudar o desenvolvimento floral e verificar como ocorre naturalmente a polinização dessa espécie. Em trabalhos de cruzamentos, as flores de Rainha-do-abismo devem ser emasculadas com 3 cm de comprimento (estádio 3), quando as anteras ainda se encontram fechadas, para não correr o risco de uma autofecundação. As flores dessa espécie apresentaram uma dicogamia protândrica numa extensão tal que dificultou a autofecundação, mas não a impediu totalmente.

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Publicado

1997-05-16

Edição

Seção

Artigos