Amido e açúcares solúveis totais em pós-colheita de inflorescências de bastão-de-imperador
DOI:
https://doi.org/10.14295/oh.v24i4.1205Palavras-chave:
Etlingera elatior, longevidade, armazenamento, flores tropicais, biofilme.Resumo
O estádio de abertura floral na colheita e o uso de técnicas pós-colheita, como o revestimento das inflorescências com cera de carnaúba, podem influenciar na manutenção da qualidade para comercialização. Assim, objetivou-se avaliar o conteúdo de carboidratos em inflorescências de bastão-do-imperador colhidas em dois diferentes estádios de abertura e tratadas com diferentes concentrações da cera de carnaúba. As inflorescências foram colhidas com brácteas semiabertas (brácteas basais iniciando seu processo de expansão) e abertas (brácteas basais totalmente expandidas e abertura das brácteas menores do interior da inflorescência) e receberam a aplicação de cera de carnaúba nas concentrações 0,75%; 1,5% ou 3,0%, além de um tratamento controle, sem aplicação da cera. Após o tratamento, as hastes florais foram mantidas a 16 e 21 o C por 20 dias. Ao longo do período de armazenamento realizaram-se cinco amostragens de brácteas (brácteas externas e internas separadamente – em inflorescências abertas; brácteas externas e internas em conjunto – em inflorescências semiabertas), a cada três dias para avaliação dos teores de açúcares solúveis totais e amido. Os teores de açúcares solúveis totais e amido diferiram entre os diferentes tipos de brácteas coletadas e ao longo do período de armazenamento avaliado, podendo indicar uma remobilização de reservas. A concentração de 3,0% de cera de carnaúba proporcionou um maior teor de açúcares solúveis totais, entretanto esse teor não interfere na longevidade do bastão-do-imperador nos dois estádios de abertura floral avaliados.
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