Esterilização química do meio de cultura para o cultivo in vitro de gérbera utilizando dióxido de cloro (ClO2)
DOI:
https://doi.org/10.14295/oh.v24i3.1222Palavras-chave:
Gerbera jamesonii, micropropagação, métodos de esterilização, redução de custos, alterações químicas, fitotoxicidade.Resumo
As técnicas de micropropagação de plantas mudaram a produção de mudas clonais no mundo. Entretanto, os altos custos das mudas micropropagadas ainda continuam sendo o maior desafio para a expansão dessa tecnologia. O objetivo de realizar esse trabalho foi o de usar a esterilização química do meio de cultura utilizando o dióxido de cloro (ClO2) para o cultivo in vitro de gerbera. Para isso foram utilizadas, nesse experimento, gérberas cultivadas in vitro no estágio de enraizamento, utilizando o dióxido de cloro nas concentrações de 0,0035%, 0,0070% and 0,0105% para a esterilização química do meio de cultura. Também, um produto a base de ácido peracético foi testado previamente, mas resultou em contaminação microbiana dos meios de cultura. A esterilização química do meio de cultura ocorreu de forma efetiva utilizando o ClO2 entre 0,0035% e 0,0105% (100% descontaminação), com a obtenção de plantas de gérbera com qualidade similar (número de folhas, massa total e de raízes) ou superior (principalmente a parte aérea) na fase de enraizamento/alongamento, comparado aquelas obtidas em meio autoclavado. O aumento da concentração de ClO2 resultou em incremento da altura e massa fresca da parte aérea de gérberas. O uso do ClO2 pode substituir o método de autoclavagem, com a produção de meios de cultura livre de contaminantes e sem efeitos fitotóxicos as gérberas cultivadas in vitro.
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