Obtenção de matrizes assépticas de Pau-Rosa (Aniba rosaeodora Ducke) através da germinação in vitro de sementes
DOI:
https://doi.org/10.14295/oh.v13i0.1675Resumo
Considerando a influência das plantas matrizes utilizadas sobre o sucesso na definição de um sistema de micropropagação, este trabalho teve como objetivo desenvolver metodologias para a germinação in vitro de sementes de Pau-rosa visando à produção de plântulas assépticas que fornecerão explantes com características mais adequadas para as fases posteriores do cultivo in vitro. Foram utilizadas sementes próximas ao estágio de maturação e testados diferentes tratamentos quanto à formulação do meio de cultura e à concentração de sacarose no meio visando maximizar o processo de germinação. Os resultados demonstraram que o aumento na concentração de sacarose do meio de cultura reduz a germinação das sementes. A utilização de sacarose sob concentração reduzida (10 g.l-1) possibilitou a germinação de uma porcentagem maior de sementes (80%) e favoreceu o crescimento in vitro das plântulas de Pau-rosa. De maneira geral, a formulação do meio MS também demonstrou ser mais satisfatória para a germinação e o crescimento das plântulas de Pau-rosa, quando comparado ao meio WPM. As metodologias de germinação in vitro testadas neste estudo possibilitaram a obtenção de matrizes assépticas em 75 dias.Downloads
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Publicado
2007-06-14
Como Citar
Deccetti, S. F. C., Segeren, M. I., & Vicentin, A. (2007). Obtenção de matrizes assépticas de Pau-Rosa (Aniba rosaeodora Ducke) através da germinação in vitro de sementes. Ornamental Horticulture, 13, 1309–1314. https://doi.org/10.14295/oh.v13i0.1675
Edição
Seção
Artigos
Licença
Copyright (c) 2007 Soami Fernanda Caio Deccetti, Monique Inês Segeren, Analú Vicentin

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