Reduzindo custos em biofábricas
DOI:
https://doi.org/10.14295/oh.v13i0.1972Palavras-chave:
biofábrica, planejamento, estrutura, administraçãoResumo
Até onde é do conhecimento do autor, a idéia de se utilizar a cultura de tecidos
vegetais como técnica comercial para propagação de plantas em larga escala, surgiu após a publicação do artigo ‘’A revised medium for rapid growth and bioassays with tobacco tissue cultures” por Murashige & Skoog (1962). Pouco depois desta data já surgiam os primeiros laboratórios comerciais na região de Los Ângeles, com a orientação do Dr. Toshio Murashige, então professor da Universidade da California – Riverside. Inicialmente, foram montados pequenos laboratórios, anexos a viveiros comerciais já existentes, com a finalidade de clonar espécies que oferecem dificuldades neste sentido, ou para as quais a
cultura in vitro poderia ser mais vantajosa do que as técnicas convencionais de clonagem, como é o caso de orquídeas, samambaias e outras plantas ornamentais. Em pouco tempo aumentava, tanto o número de laboratórios instalados, quanto o número de espécies clonadas comercialmente in vitro, além da difusão de tais laboratórios para outras regiões.
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