Produção de cultivares de Anthurium andraeanum nas condições de Acorizal-MT
DOI:
https://doi.org/10.14295/rbho.v20i2.615Palavras-chave:
flor tropical, potencial produtivo, haste floral.Resumo
O cultivo de flores tropicais constitui um nicho de mercado a ser explorado no estado de Mato Grosso. O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção de sete cultivares de antúrio nas condições de Acorizal-MT. O experimento foi conduzido com mudas micropropagadas e aclimatadas das cultivares Brasão, Bruma, Eidibel, Juréia, Poiares, Sonata e Supremo, adquiridas de empresa idônea conveniada com o Instituto Agronômico de Campinas, com cerca de 0,1 m de altura. O substrato utilizado foi preparado com bagaço de cana-de-açúcar, palha de arroz, terra preta e esterco de bovino na proporção de 2:2:1:1. As mudas foram plantadas em janeiro de 2011 em quatro canteiros com cinco repetições de quatro plantas, totalizando 80 plantas por cultivar, em espaçamento de 0,3 x 0,3 m. Os canteiros foram preparados em local sob malha preta com 80% de sombreamento O sistema de irrigação utilizado foi a microaspersão invertida, para manter o ambiente sempre úmido. As avaliações foram realizadas a partir do início da floração, de outubro de 2011 até janeiro de 2013. As inflorescências foram colhidas quando a espádice apresentava metade a três quartos das flores verdadeiras abertas. As avaliações foram do número e características (comprimento e largura da espata e, comprimento da espádice) das hastes florais. A cada dois meses realizou-se a reposição de cobertura dos canteiros com bagaço de cana. As cultivares Eidibel e Supremo foram as mais produtivas com 2,4 hastes/mês/planta; o maior tamanho da espata foi obtido pela cultivar Brasão com 17,2 cm de comprimento e 12,6 cm de largura; e a cultivar Sonata apresentou a maior espádice com 7,6 cm. As sete cultivares de antúrio, como flor de corte desenvolvem e florescem de maneira satisfatória.
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Copyright (c) 2014 Carmen Lúcia Ferreira Fava, Elisangela Clarete Camili

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